O que é?

A palavra CHAKRA no idioma Sânscrito, significa roda. Um chakra é um centro rotativo bio gerador de Energia de Força Vital Interna. Os chakras absorvem a energia vital universal (prana), forma uma junção onde os canais da energia interna subtil se encontram e por onde a energia pode entrar ou abandonar o corpo, ou transformar-se numa energia de nível diferente.
Podemos receber energia de outras pessoas, dando-nos uma sensação de prazer e bem-estar, ou pelo contrário, uma sensação desagradável de cansaço, e peso. Quem não tem a espiritualidade desenvolvida capta muito mais energia do que gasta.
Existem sete chakras principais, embora muitos outros estejam presentes em todo o nosso corpo. Estimam-se que são cerca de 90 mil e vários especialistas defendem que cada ponto de acupunctura corresponde a um chakra.
Os sete chakras principais, dispostos ao longo da coluna vertebral são: Coroa, Terceiro Olho ou Frontal (testa), Garganta ou Laríngeo, Coração, Plexo Solar, Sexual ou Sacro.

Todos temos acesso à energia REIKI e a utilizá-la em benefício próprio ou para ajudarmos os outros. Não se requer nenhuma condição especial para usar o REIKI. Este poder ativa-se mediante iniciações, o que distingue o REIKI de outras técnicas de cura.
Qualquer pessoa pode por imposição das mãos, ajudar outra no processo de cura, transferindo energia magnética do seu próprio corpo. No entanto, com o REIKI, o iniciado fica apto a canalizar a Energia Universal, participando de um método antigo de elevar o seu corpo físico e etérico a níveis vibracionais mais altos, abrindo certos canais e centros energéticos, chamados Chakras.
O praticante de REIKI recebe a Energia Universal ilimitada através do Chakra da Coroa, passando pelos centros energéticos superiores, seguindo pelos braços até às mãos, pelas quais é canalizada ao paciente ou a si próprio. Parte dessa energia fica no corpo do terapeuta (assim se justifica o crescente bem estar à medida que se pratica REIKI). A Energia passa pelo terapeuta através de canais purificados durante a iniciação. Uma das vantagens do REIKI e que é ensinada e praticada no nível 1 é a possibilidade de autotratamento, que também constitui por si mesmo uma excelente técnica de relaxamento.
O tratamento básico de REIKI cobre através da energia REI todos os sistemas dos seres vivos: físico mental, emocional e espiritual.

Todos sabemos da importância do REIKI no mundo, mas qual o parecer da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre o REIKI? Após algum estudo nesta matéria, não se encontra o REIKI visto, diretamente, como uma terapia apoiada pela OMS.
A OMS, o órgão da Organização das Nações Unidas (ONU), pelo Decreto "Alma Ata" que criou a Medicina Alternativa Internacional e estabeleceu em 1962 a "The Open International University For Complementary Medicines", que envolve diversos segmentos tradicionais das medicinas não convencionais. A prática REIKI, embora empregue essa terminologia moderna, é uma prática milenar e está inserida no contexto das práticas terapêuticas alternativas, reconhecida pela OMS e consagrada no Extremo Oriente há centenas de anos."
O site da OMS, cita várias práticas não convencionais de saúde, inclusive REIKI, práticas com o mesmo "teor", baseadas no mesmo princípio de Energia Vital (Prana, Ki), muitas delas citadas nominalmente no site.
A comunidade REIKI, a nível mundial, está absolutamente convicta, pelas experiências e resultados obtidos ao longo dos últimos anos de prática com REIKI, que esse reconhecimento formal pela OMS, não é absolutamente significativo para os seus praticantes. De facto, não é o reconhecimento oficial, ou a ausência dele, que determina a eficácia do método.Não. À medida que a nível mundial, se conhece mais o REIKI, tem-se procurado a forma de definir o seu papel em relação à medicina tradicional.
Contudo, no passado, sempre se considerou o REIKI como um tratamento alternativo, mas o lugar do REIKI na medicina convencional é tido, antes, como um complemento e não como uma terapia alternativa que atua de forma sinergística com os efeitos positivos da medicina tradicional e atenua os possíveis efeitos perniciosos da mesma.
Vários estudos demonstraram como o REIKI administrado juntamente com tratamentos da medicina convencional melhorou, significativamente, o estado do paciente.
Não. De facto, não é necessário estar doente ou ter problemas para beneficiar com a transmissão de REIKI. É altamente improvável que estejamos sempre com o nosso sistema energético equilibrado de forma plena. Por conseguinte, é sempre benéfico para a saúde holística usufruir de forma frequente desta terapia.

No caso de ser um cancro, nestes casos o REIKI apoia o tratamento oncológico convencional, como uma terapia complementar. A reposição das nossas defesas e dos níveis de antioxidantes, serve para atenuar os efeitos da quimioterapia e da radioterapia, atenuando os seus efeitos e ainda preservando o restante do organismo, que fica debilitado com a agressividade do tratamento.
Sim, o REIKI promove um estado de relaxamento físico e mental/emocional que induz uma melhoria significativa na dor, aliviando o paciente e contribuindo para uma maior qualidade de vida.
Não, o REIKI pode ser transmitido ou recebido em quantidade ilimitada. Contudo é aconselhável que se realizem pelo menos 4 sessões de REIKI num intervalo de tempo não muito longo para que se processem os mecanismos energéticos de re-equilíbrio holístico a nível físico, mental/emocional e espiritual.
Não. O REIKI não é uma religião, não é preciso acreditar/crer para ter efeito. O REIKI não é uma seita, nem autossugestão, nem hipnose, nem fantasia. Alegar o efeito de placebo no REIKI também não tem cabimento uma vez que tanto em crianças como em animais são observados os efeitos positivos desta terapia milenar.
Não, a terapia REIKI não induz efeitos negativos. Podem ocorrer pontualmente e de forma passageira um agravamento dos sintomas principalmente no caso de doenças agudas, devido a uma aceleração da energia curadora, e pode ocorrer dois dias após o primeiro tratamento. Essa situação é denominada por Crise Energética Curativa que corresponde ao facto do REIKI atuar na origem desses problemas. Após esse reequilíbrio energético, o paciente sente uma melhoria efetiva do seu estado de saúde.
Por isso, é aconselhável que haja da parte do paciente um compromisso para receber no início quatro tratamentos seguidos, durante um período de quatro dias seguidos, ou caso não haja possibilidade, fazer 2 tratamentos em dias seguidos e os outros 2 dentro de 1 ou 2 dias no máximo.
Não. Existem situações concretas em que o REIKI não poderá ser aplicado sem cuidados especiais, tais como:
Não, o terapeuta de REIKI é apenas um intermediário no processo de cura. A energia Vital Universal é transmitida ou canalizada pelo terapeuta para o paciente, mas não é nunca da autoria direta do terapeuta a melhoria ou cura do desequilíbrio /doença do paciente.
Nota: Nas crianças, a duração do tratamento é determinada por elas.
Sim, a expectativa, a exigência de resultados (por parte do paciente ou terapeuta) e a ligação empática ou atuação do ego por parte do terapeuta para com o recetor(paciente), comprometem definitivamente a terapia.
Sim, nas raízes da filosofia REIKI redescoberta pelo Dr. Mikao Usui é clara, coerente e lógica a existência de troca entre o paciente e o terapeuta, pelas seguintes razões: